Filhote de Harpia Ex Situ.jpg

Foto: João Marcos Rosa

Programa Ex Situ

Coordenação: Yara Barros, bióloga, doutora em zoologia e  também coordenadora do Projeto Onças do Iguaçu.


Missão/objetivo: Trabalhar com a população em cativeiro de harpias e interagir com as equipes em campo para alcançar as finalidades de conservação estabelecidas: População de segurança, resgate, reabilitação e soltura, fonte para restauração de populações e pesquisa e treinamento.

O Programa ex situ está estruturado em duas linhas de ação principais:

Rede de Segurança: com o objetivo de desenvolver e aplicar ações de manejo intensivo para garantir o retorno à natureza de aves que foram removidas por ação antrópica ou incidental, para que possam continuar cumprindo seu papel ecológico.

O direcionamento do programa nesses casos é priorizar o retorno do animal à natureza, se for possível e seguro. Recentemente a Rede de Segurança atuou na articulação do resgate e atendimento médico veterinário de três harpias feridas na Amazônia que estão atualmente em tratamento.

Coordenação: essa linha tem como coordenador o médico veterinário e analista ambiental Diogo Lagroteria, do Centro de Pesquisas da Biodiversidade Amazônica, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.


 

Foto: Leonardo Merçon

Foto: João Marcos Rosa

Foto: João Marcos Rosa

Manejo Cooperativo: com o objetivo de manter uma população em cativeiro auto sustentável, que mantenha 90% de diversidade genética por cinco gerações, como segurança contra o declínio ou extinção na natureza, para serem utilizadas em ações de conservação no futuro, como produzir animais para manejar e restaurar populações na natureza, caso em algum momento seja necessário.

Nessa linha, estamos finalizando um levantamento de todas as harpias em cativeiro no Brasil e estruturando o programa de manejo cooperativo, em parceria com a Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), e o próximo passo é definir quais instituições mantenedoras vão integrar o programa, fazer a análise genética dessas aves para determinar sua origem e à partir daí elaborar o livro de registro genealógico (Studbook) e orientar os pareamentos.

Foto: João Marcos Rosa

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